2007-06-10

Centro



Centro Histórico e Urbano
Agência para a Promoção e Desenvolvimento dos Centros Urbanos de Leiria, Batalha e Porto de Mós



Conceito

Porque as cidades nascem de um ponto. As cidades expandem-se e esse ponto torna-se o centro. As pessoas habitam a cidade, vivem o centro. O centro nevrálgico, político, económico, social.
A importância do centro. A centralidade enquanto entidade viva da cidade. A história, a tradição, a identidade da cidade. Centralidade com estratégia e qualidade. Centro para o futuro, a diversidade e a cultura. Centro de revalorização, reunião e desenvolvimento. Centro para as pessoas. No centro do ser humano o coração. Os cidadãos são o Centro. Centro, o coração da cidade.

©2007. Trabalho realizado em parceria.









O que é a Agência para a Promoção e Desenvolvimento dos Centros Urbanos de Leiria, Batalha e Porto de Mós?

Com o objectivo de profissionalizar a gestão dos centros históricos de Leiria, Batalha e Porto de Mós, a ACILIS e as Câmaras Municipais destes três concelhos constituíram a Agência para a Promoção e Desenvolvimento dos Centros Urbanos de Leiria, Batalha e Porto de Mós.

Para esse efeito, foi apresentada uma candidatura ao URBCOM (Programa de Incentivos ao Comércio Tradicional), já aprovada, que irá permitir o desenvolvimento de diversas actividades nos três centros históricos, nomeadamente desfiles de moda, feiras temáticas, semanas gastronómicas, criação de um gabinete de apoio ao consumidor e de um portal do comércio, prestação de serviços na área da higiene e saúde, entre outros.

Gerir de forma integrada os centros urbanos recorrendo a financiamentos futuros, de requalificação de espaços públicos de apoio ao pequeno comércio, é o grande objectivo desta Agência de Promoção e Desenvolvimento, pelo que os comerciantes serão chamados a intervir como parceiros nas várias iniciativas a realizar.

2007-06-06

Professor Roberto Barbosa


1953-2007

Para quem frequentou o IADE (como eu) houve este professor que marcou imenso pelo seu profissionalismo e pelo seu humanismo. Infelizmente faleceu (cedo demais) o professor de fotografia Roberto Barbosa.
Há quase 10 anos que não me cruzava com ele, e ainda me recordo da sua voz e das suas gargalhadas. É o mistério da vida, a certeza da morte, o desconhecimento da hora da partida...


Comunicado do IADE
Amanhã, a partir do fim da tarde, o Roberto poderá ser velado na casa mortuária da Igreja de Nova Oeiras. O funeral será na quarta-feira, dia 6, pelas 14.30h com um pequena celebração religiosa. Depois seguirá para o cemitério do Alto de São João para a cerimónia de cremação, às 16.ooh. Mais que lembrar, mais que falar - e aqui (http://robbar.blogspot.com/) tem sido um muro brilhante de mensagens e imagens sobre ele - peço que pensem nele e se possível que venham à última homenagem.

Carlos Oliveira Costa (Prof. de Leitura e Análise de Imagem, Videografismo)


Os seus outros blogs:
6x6
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copyright x copywrong


A globalização tem notórias vantagens e desvantagens, e entre estas últimas existe a falta de ética e muita ambição desmedida, seja injénua seja oportunisita. Breves semanas após a revelação do iPhone, pudémos observar o quão longe pode ir o ensejo de copiar fórmulas de outros. Uns podem chamá-los clones, outros deverão chamá-los nestas circunstâncias plágios, numa subversão grosseira das regras de mercado. A Meizu, enorme empresa chinesa no fabrico de leitores MP3 e afins divulgou o seu MiniOne. Cara chapada mas assente sobre um qualquer Windows OS, é inacreditável a semelhança. Não, semelhante talvez apenas o hardware, agora o interface gráfico é quase igual.
Mais imagens e textos sobre o Meizu MiniOne estão aqui, aqui e aqui.

O que me leva a perguntar: até onde estão protegidos os direitos de autor e as leis que defendem marcas e seus produtos? Resposta: na fronteira da China. A imensidão daquele território cujo mercado é individualmente maior e específico que qualquer outro neste mundo pode entrar como argumento defensivo, mas e então as normas internacionais de propriedade industrial? Ao aderir à OMC recentemente, não estaria a China obrigada a respeitar todas as leis do mercado? As marcas podem sofrer graves prejuízos seja na não-venda dos seus produtos no mercado chinês, seja no bom nome que ostentam.

Pelos vistos a facilidade de cópia e produção no Oriente continua em força. E cada vez maior. Podemos até dizer que a China é outro campeonato, mas é o maior desafio económico e comercial deste século XXI. À baixa qualidade dos seus produtos e métodos de trabalho deficiente e desrespeitador, segue-se a inovação e as marcas, indo até ao nascimento de marcas de luxo dignas de concorrer com as do Ocidente. Há poucas semanas no Courrier International afirmava-se que Londres é a capital mundial deste início de século, mas lá para 2050 em diante será Beijing a nova e pujante "capital" do planeta. O crescimento e evolução é tão grande, a tentacular expansão sobre África é tão dominadora que coloca a China num papel cada vez mais imperial e global.

No entanto, o que agora vemos aqui é claramente um plágio, que parece estar a reproduzir-se: sabe-se de um outro aparelho em tudo igual ao conceito iPhone. Aqui a "audácia" vai mais longe: tem o mesmo nome e logotipo da Apple mas com a folha invertida! Mas neste caso a falsificação resume-se à aparência, não possui nem metade das funcionalidades do verdadeiro iPhone.

London2012 brand: isto?



É estranho, muito estranho no mínimo. No máximo, acrescento, é péssimo. Tão mau que o video promocional provocou crises em uma dezena de epiléticos ontem à noite, segundo noticia o The Guardian. Entre uma suástica partida e, remotamente, pegando em tipografia original grega, o novo logotipo para os Jogos Olímpicos de Londres em 2012, revelado há dois dias está a gerar imensa controvérsia. Até surgiu uma petição online para mudar o logotipo: We, the undersigned, call on the London Olympic committee to scrap and change the ridiculous logo unveiled for the London 2012 Olympics. Esta marca é inédita por ser o mesmo para os ParaOlímpicos, mas convenhamos - sendo politicamente incorrecto - a organização tomou a todos como deficientes. É a brand mais longe dos cidadãos, exactamente o oposto do pretendido.


Aconteceu aqui o contrário do logo para o Euro2004 Portugal. O logotipo de candidatura de Londres, não sendo perfeito, era mesmo assim muito mais emotivo. As fitas com as cores olímpicas trazem unidade e simbolizam cooperação, representando também a forma e o percurso do rio Thames através de Londres.

Entendo perfeitamente os argumentos apresentados, mas apesar disso tudo confesso, com pesar, que a identidade que custou £400,000 (cerca de €600.000) pagos à Wolff Olins não resulta e continuo a ler 20-R, ou LO-R. Agressivo, nada unitário e desconcertante, os efeitos de emoção e apelo, insight e espírito olímpico não estão presentes nesta marca.
Entre coros de espanto e críticas em Inglaterra nos últimos dias, a aceitação vai ser dificil, ficando sempre em comparação com logotipos anteriores de indiscutível qualidade de design e arte como Barcelona92, Sidney2000 ou Atenas2004, até mesmo a simplicidade - antes da era brand - dos jogos olímpicos de Montreal1976 e Moscovo1980 funcionam melhor.



Com um plano ambicioso para a cidade e os cidadãos unidos neste projecto olímpico, todas as magníficas edificações ficarão manchadas com a inserção desta identidade.

2007-06-05

2008 Trend Report

2007-06-04

Book Covers


Aqui imensas boas capas de livros

2007-05-31

The Icons of England



Some people argue there is no such thing as a shared English culture. They say all those invasions by the Normans and Romans simply left us with a ‘hotch potch’ of other people’s cultures. Paradoxically, this melting pot is what makes England unique. And today’s multicultural communities make this mix even more vibrant and interesting.

Os diversos símbolos da identidade de um país. Uma forma de entender, assimilar e assumir a herança histórica e cultural da Inglaterra. Elementos que constroem uma Nation Brand a partir dos cidadãos estudantes.

Trienal de Arquitectura de Lisboa



Três anos de blog



Helvetica



Hoje no Público caderno P2, páginas 10 e 11
Ver aqui edição diária online em PDF

Helvetica film documentary aqui e aqui
MoMA 50 years of Helvetica
Helvetica Notebook by Veer

2007-05-30

2007-05-28

Extasiante e deliberado engano, abraça-me duas vezes

Os teus olhos,
exigindo ser bebidos
Os teus ombros
reclamando nenhum manto
Os teus seios
pressupondo tantos pomos
O teu ventre
recolhendo o relâmpago

David Mourão Ferreira

2007-05-25

New in the Playlist

Como fazia um tempinho que não cá colocava nada. Aqui vão mais 3 boas recomendações.


AIR
Pocket Symphony
- Para quem gostou da música "Alone in Kyoto" do álbum anterior vai, com certeza, gostar deste também


The Chemical Brothers
We are the night
- Não me parece melhor que o álbum anterior. Mas têm umas músicas boas como "Burst Generator" ou "We are the night" (apesar de um pouco repetitiva). Tem algumas adições de voz que estranhei um pouco, confesso. Provavelmente, ainda preciso de ouvir mais vezes este álbum para gostar mais dele.


The Cinematic Orchestra
Ma Fleur
- Surpreendeu-me este álbum. De uma sensibilidade incrível.

2007-05-24

Break up



2007-05-22

Boas capas: Alêtheia




2007-05-18

o estado do mundo | Plataforma2



Ver ou ouvir emissão Câmara Clara de 06 de Maio

2007-05-11

Goodbye for now



É conhecida a minha ligação a Inglaterra e ao habitual destaque que dou aos assuntos do Reino Unido. A saída hoje - e o discurso - de Tony Blair não poderia passar sem comentário. O New Labour criou de facto um New Britain, e este Prime-Minister foi o principal autor desta mudança. Mas qual o legado que Blair deixa para os britânicos e para o mundo? O discurso de despedida enumera diversos desses aspectos, ressalvando a questão de que "Britain is a leader" e que se tornou num país para o século XXI. Contudo, e tal como na sátira desenvolvida no telefilme do Channel4, o que fica é o Iraque. Tão injustamente como com toda a justiça. A intervenção com os EUA foi o seu maior erro — um enorme erro — e por conseguinte o maior erro do Ocidente cuja resolução ficará para as calendas gregas. Mas o Labour de Tony e a sua acção no Reino Unido não pode ficar manchada por isto, pois a transformação e a evolução foi imensa. Em dez anos passou-se de um país teimoso e isolacionista, para o mais aliciante de toda a Europa. Reformas na estrutura do Estado, paz na Irlanda do Norte, salário mínimo, mais de 100 novos hospitais, poderio da libra e aproximação à Europa, etc. Novos valores de confiança, empreendedorismo e multiculturalismo se instituíram. Os atentados de 2005 são resultado mais da globalização a que Al-Qaeda também aderiu, mas obviamente devido papel no guerra do Iraque. Tony Blair, prejudicou o seu enorme capital político — o maior defensor da reabilitação de África — pelo que o seu futuro até poderia passar, por exemplo, como um próximo Presidente da Comissão Europeia, porventura mais eficaz que a última presidência da UE pelo Reino Unido.
Estando do lado de fora, é mais fácil tecer comentários mais positivos. Contudo é inegável a importância do papel político e histórico, e isso independentemente de julgamentos vários, não deixará de existir.

O Reino Unido cresceu, mas diga-se que nada do que sucedeu não o poderia ter sido feito sem as políticas económicas de Gordon Brown, há 10 anos Ministro das Finanças e que se prepara para o suceder. Será a partir de 27 de Junho que se verá o quão longe poderá ir esta nova realidade Labour, que tanto pode ser positiva como o canto do cisne que dará lugar ao "Tory Blair" David Cameron.