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2010-11-07

Dexter posters


Ty Mattson is a californian designer that, for fun, made some fine posters about TV series "Lost", has now created four great posters of "Dexter".

Ty Mattson é um designer norte-americano que, depois de criar por gozo, posters sobre "Lost", decidiu colocar a sua criatividade em quatro óptimos posters de "Dexter".


2010-10-04

Word World

2010-09-02

Sherlock

2010-08-20

Cartoon Network





(Via BrandNew)
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2009-12-17

Fringe



Há muitos anos atrás, antes da transição do Milénio havia uma frase que nos ecoava como um desejo profundo, como um projecto de vida, como uma necessidade de entender. "I want to believe" era o leit motiv de Fox Mulder. E o nosso também, espectadores de culto de "The X Files" onde as mais estranhas criaturas coexistiam entre nós, acontecimentos bizarros com explicações científicas alternativas, mistérios vários no meio de teorias da conspiração governamentais.

Depois tivémos, também criado e produzido por Chris Carter, a curta série "Millennium". Promissora narrativa que explorava os contornos mais negros da existência, sempre interligada com as profecias do Apocalipse. Igualmente conspirativa, Frank Black dava-nos uma densidade perturbadora de uma realidade sobrenatural que podia mudar o planeta.


De facto foi "Twin Peaks" fantástica e delirante criação de David Lynch que abriu caminho para poderosas narrativas televisivas onde o inexplicável circula entre nós. Onde sinais misteriosos nos conduzem a locais estranhos e perturbadores, até aos mais escabrosos esconderijos nas nossas mentes (como no filme "A Cela"), a capacidades e acontecimentos do paranormal tão míticas ou impossíveis de entender como paradoxalmente assimilados na cultura e existência humanas. Pois a sociedade humana sempre existiu entre simbologias e crenças e se regeu segundo parâmetros de razão e mística, factos e ciência, possibilidades e sonhos.


O ser humano na sua natureza intrínseca é um ser complexo, seja na forma psicológica, social e espiritual, e é isso que estas séries exploram bem. Os segredos, as incongruências, passados escondidos, na verdade as personagens têm muito mais a esconder que a revelar, e de cada vez que há um vislumbre nas suas verdadeiras intimidades, o voyeurismo nos compele a desejar saber mais, imaginar enredos extra para entendê-las e tornarmo-nos parte da narrativa, intrometendo e decifrando a(s) realidade(s) que episódio após episódio sofregamente, avidamente ingerimos. A adesão é tão igual como quem vê telenovelas - é impossível perder - a excepção é a qualidade e a densidade destes programas.

Esta atitude do espectador renasceu com "Lost". Todas as características mencionadas atrás existem aqui, e tanto nos prende a busca pela verdade (que ilha é aquela) como a evolução das personagens e o seu papel central na história. Nisto é particularmente brilhante Hugh Laurie interpretando o Dr Gregory House na série "House".



J.J. Abrams, criador de "Lost", lançou no outono de 2008 uma óptima súmula desta, juntando alguns ingredientes de "Alias" (também obra sua) e com notória inspiração de "The X-Files", a que chamou "Fringe".

Junte-se uma agente especial (Olivia Dunham como uma combinação de Sydney e Mulder) do FBI numa unidade (FBI Fringe Division) que investiga acontecimentos estranhos e pessoas bizarras, alguma dose de conspiração latente, predestinação, ciência alternativa (fringe) com instituições suspeitas, e temos um thriller onde a trama explora a ténue linha entre realidade e (aparente) ficção científica. A base pode não ser original, mas as histórias demonstram intensidade dramática e fluidez narrativa assentes sobre uma composição visual muito bem elaborada e grafismos inovadores em televisão (só visto anteriomente no genérico de "Panic Room") e um cast de actores extremamente bem escolhidos (quer pelas suas interpretações, quer pelas suas próprias imagens que expõem carácter adicional às suas personagens).



Se em "The X Files" o Governo dos EUA era um todo-poderoso e potencialmente perigoso detentor da "verdade", em "Fringe" assistimos à realidade dos nossos dias onde as empresas (aqui a Massive Dynamic) têm poderes eventualmente desmesurados, sendo muito mais difícil o seu controlo e o real entendimento das suas necessidades e interesses. "Fringe" explorou toda a primeira temporada essa suspeição com base em diversos eventos - estranhos, perigosos, criminais - cientificamente excitantes, misteriosamente inexplicáveis, nos domínios da nano-tecnologia, química, biologia, ciência quântica, da possibilidade de atingir universos paralelos e alternativos, intercalados com pequenos ícones (sapo, borboleta, etc) que nos abrem caminho a códigos secretos (como em "Lost"), com inteligência e densidade crescente até o último episódio cujas cenas finais são de absoluta imprevisibilidade e fascínio narrativo e de uma nova personagem finalmente em acção interpretada surpreendentemente por... Não posso dizer para quem não teve a oportunidade de assistir.


Mas é hoje à noite, de volta à RTP2 pelas 22H40, que podemos encontrar respostas a tantas dúvidas suscitadas, e entender o porquê de certos acontecimentos e atitudes. O mais certo é perdermo-nos de novo em novas e excitantes inquietações que nos fazem prender os olhos e a mente ao écran a cada episódio.



FRINGE

Segunda Temporada: Episódios 1 e 2

RTP2, quintas-feiras às 22:40

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2009-11-10

Sesame Street 40 years young


2009-10-07

FlashForward



Durante 2 minutos e 17 segundos toda a humanidade perde a consciência e tem uma visão do seu futuro. Para além de imensos desastres ocorridos, o drama seguinte sobre cada um é enorme: como aconteceu, porque aconteceu, poderei impedir a minha visão de concretizar-se?
Para quem aprecia enredos complicados, intrigantes e misteriosos como Lost e Fringe, FlashForward é "the next big thing". Baseada no best-seller de ficção científica escrita por Robert J. Sawyer, esta série é produzida pela mesma equipa de "Lost" para a ABC.

Começa hoje às 22:25 no AXN apenas 13 dias após estreia absoluta nos EUA.
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2008-12-08

Dexter



Dexter é uma muito original e cativante série de TV, cuja primeira temporada em Portugal deixou muita água na boca. A promoção nos EUA da terceira temporada é brilhante. Pegando em várias revistas americanas (GQ, NewYorker, Wired, Esquire, Rolling Stone, NYT Magazine, Details, etc) há uma feliz transformação destas para a identidade e iconografia da série. Um excelente trabalho de design gráfico.
Mais info aqui.



2008-11-23

Um Mundo Catita



Um Mundo Catita
RTP2, Domingos, 23:50

O trágico e absurdo mundo maravilhoso de Vieira. Por Manuel João Vieira.
Espantoso trabalho (escrita, montagem, fotografia) da dupla João Leitão e Filipe Melo,
onde o profissionalismo e o amadorismo estão numa simbiose fantástica.
A não perder!

2008-05-13

Vota Buraka Obama

2007-11-29

Strawberry Chocolate Oasis pie

"It could solve all the problems of the world, that pie," he declares, his normally surly face starting to crease beatifically. "It's downright expert, a thing of beauty — how each flavor opens itself one by one, like a chapter in a book. First the flavor of an exotic spice hits you, just the hint of it. And then you're flooded with chocolate, dark and bittersweet, like an old love affair. And finally strawberry, the way strawberry was always supposed to taste but never knew how."

in Waitress, Fox

2007-11-22

rir na cara do inimigo



Jeff Dunham & Ahmed, the dead terrorist

2007-04-26

The Trial of Tony Blair



Em Janeiro fiz referência a esta produção da Channel4. "The Trial of Tony Blair" retrata, num futuro próximo, o julgamento de Tony Blair enquanto criminoso de guerra por causa do Iraque. Uma sátira extraordinária, como se pode ver pelos dois trailers: aqui e aqui.
Passa este Domingo na RTP1 às 23:30



2006-12-21

Pocoyo


Eis a minha paixão do momento. E do meu filho também. Chama-se Pocoyo e, depois da ternura do Ruca, igualmente produzido com claras intenções pedagógicas, esta animação em 3D simulando bonecos animados é uma imensa delícia. Vemos uma criança de 3 anos a comportar-se como tal. Vejo nele o meu filho, e ele aprende e reconhece coisas que acontecem no seu dia-a-dia. Concebida pela espanhola Zinkia, é a maior e melhor novidade deste ano. Extrema simplicidade, divertimento puro e aprendizagem profícua. Venceu um BAFTA para melhor série pré-escolar.

De tanta animação medíocre que nos últimos 15 anos têm surgido, nos últimos três houve finalmente uma atenção especial para aquelas crianças mais pequenas que, sempre fascinadas pela TV ficavam negativamente grudadas em programação imprópria para a sua idade. Começou com o Noddy (que cedo se transformou numa imensa máquina comercial, desvirtuando o conceito, e cansando a cabeça de tantos pais), o fascinante Ruca, (vindo da tradicional e excelente produção canadiana), o Bob Construtor (em saudoso stop-animation), Vamos Procurar a Boo, o - agora melhor explorado - Patinho (única animação nacional) e, com interacção das crianças, Os Pequenos Einsteins (ciência e música divertidos) e a Blue, que "entronizou" o Duarte na nova referência humana da programação infantil. Todos estes passam na 2: Ou seja, serviço público de qualidade. Mesmo que o canal Panda seja uma boa escolha, onde também Noddy e Ruca por lá passaram, este peca imenso por muita animação japonesa vulgar e inapropriada, quer pelo argumento, quer pela imagem.

Como a TV é hoje quase absolutamente impossível de fugir - o acto de a desligar é quase tão difícil como deixar de fumar - e a sua presença no mundo actual cada vez mais tecnológico torna-a bem diferente, enquanto pais temos a responsabilidade de proporcionar aos nossos filhos programação de qualidade, no meio de tanta violência e inconsequência intelectual. Abaixo Floribella's e Morangos, não é isso que deve ser entretenimento onde esta também possa ser aprendizagem. O meu fascínio pela animação manteve-se desde pequeno. Estou eu ao lado do meu filhote, de 3 anos recém-completados, a ver estes programas tão interessado e feliz como um puto de verdade. Daí também a minha tendência para a ilustração infantil.

Mas voltando ao Pocoyo, ainda não há DVDs nem qualquer objecto de merchandising em Portugal. Estou impaciente! Se quiserem saber mais visitem o site.
De segunda a sexta às cerca das 19:45, no início do ZigZag da tarde, na 2:

2006-11-27

Sara Tavares na BBC2


Sexta passada, "Later with Jools Holland" da BBC2, no melhor e mais mediático programa de música da TV britânica.

2006-06-27

The L Word



Cruzei-me com esta série num momento de zapping. Nem sabia que isto existia.
"The L Word" aborda relações lésbicas num grupo de mulheres de Los Angeles.
Com o regresso da fascinante Jennifer Beals! (<- by Zarp) Quem nunca viu, aqui fica a dica:
Segunda a Sexta, 00:15 na 2:

Acho que é sempre bom ouvir raparigas giras a comentarem entre elas:
"Topa-me o rabo daquela!" ou "Olha-me aqueles seios. Comia-a toda" :-)

http://www.thelwordonline.com

24: Season 5



É já amanhã que começa a nova temporada desta excelente série!
Quartas, 22:30 na 2:

http://www.fox.com/24/episodes/

2006-05-22

24: último episódio



Último episódio de 24, série IV

Quarta-feira, 24 Maio. Às 22h30 na 2:

Depois de stressantes 24 horas, Jack finalmente respirará de alívio e comerá qualquer coisa, Tony poderá ir beber uma cerveja e o (vice) Presidente Logan correr para o WC.

2006-04-03

Spooks



Muito mais intenso e cruel que 24, esta série da BBC - que vejo desde o primeiro episódio no People&Arts - retrata o perigo e a vida dos agentes do MI5. Spooks (em português "Dupla Identidade") excelente série, que vai já na quarta temporada, o risco, os atentados e a luta contra o terrorismo em terras britânicas apresentados, demonstra o quão terrível é a violência dos nossos dias. Esta série, que começou em 2003, ganhou ainda mais força após os ataques de Londres do ano passado, e tem produzido histórias, sem o impacto global como em 24, mas extremamente intensos e profundamente sérios no contexto do Reino Unido. Aqui poderemos ver como os meandros do poder adulteram os objectivos - afinal as teorias da conspiração vendem sempre, mas não foi isso que desencadeou a nova guerra no Iraque? - a tenacidade e a coragem dos agentes do MI5 - onde várias personagens já faleceram -, e a intransigência e a audácia de indivíduos e grupos terroristas. Desde 11 Setembro 2001 até hoje foram evitados na Europa mais de uma vintena de atentados, e a ficção colocada nesta série, com argumentos baseados em factos reais, e abordagens sérias e concisas (afinal é da BBC...) dá claras hipóteses dos mesmos e a consciência do permanente perigo sobre a nossa sociedade actual.

Dupla Identidade (Spooks)
People & Arts
Terças, 21:30
[Repetição: 4ª 01:30, e 14:00, Sábados 18:30]